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Quase todo mundo parece concordar que a vida está ficando mais atarefada, mais maluca e mais frenética a cada dia. Somos bombardeados por mais informação do que temos condições de processar – notícias, anúncios, comerciais, blogues, tuítes, imagens, avisos sonoros, músicas, jogos, mais anúncios. O louco é que agora temos mais dispositivos, programas e aplicativos […]

Blog - Na luta copiar

Quase todo mundo parece concordar que a vida está ficando mais atarefada, mais maluca e mais frenética a cada dia. Somos bombardeados por mais informação do que temos condições de processar – notícias, anúncios, comerciais, blogues, tuítes, imagens, avisos sonoros, músicas, jogos, mais anúncios. O louco é que agora temos mais dispositivos, programas e aplicativos do que nunca disputando para satisfazer as nossas necessidades. O mundo está farto de novidades tecnológicas, cada uma prometendo tornar a vida melhor.

Muitas dessas inovações têm realmente tornado a nossa vida melhor, disso não há dúvida. Consigo enviar uma mensagem de texto a um amigo na Austrália para avisá-lo de que estou orando em seu favor. Posso compartilhar fotos da festa de aniversário do meu filho com parentes a milhares de quilômetros de distância. Sou capaz de conferir o fundo de aposentadoria, fazer compras no supermercado ou reservar um hotel na praia, tudo pelo celular. No entanto, apesar de todas essas vantagens, não posso deixar de me questionar quanto às desvantagens involuntárias de algumas dessas conveniências sem as quais não consigo mais viver.

Amo de paixão a tecnologia, usando-a quase sem parar todos os dias da minha vida. Ao mesmo tempo, não a suporto mais. Odeio o fato de ser consumido por ela, de depender dela e às vezes de ser quase incapaz de deter a minha compulsão de correr para ela, como se ali pudesse encontrar a resposta para tudo que é importante na minha vida.

Não sou capaz de provar o que digo, mas tenho algumas teorias que compartilharei para explicar por que odiamos as mídias sociais. De modo muito resumido, elas fazem que tudo tenha muito que ver conosco. Somos tragados pela ideia de medir a vida pela quantidade de seguidores que temos e por quem eles são. Queremos acreditar que não somos a soma das curtidas recebidas na nossa última postagem, mas ainda assim persiste a sensação de que os pequenos cliques são importantes. O estranho é que, quanto mais nos voltamos para nós mesmos, menos satisfeitos nos sentimos. E, quanto mais somos consumidos pelas coisas aqui da terra, mais nos sentimos vazios.

A razão disso é que fomos criados para mais – muito mais. Fomos criados não para a terra, mas para a eternidade. Fomos criados não para ser curtidos, mas para mostrar amor. Não para chamar atenção para nós mesmos, mas para dar glória a Deus. Fomos criados não para colecionar seguidores, mas para seguir Cristo.

É hora de sermos sinceros sobre as nossas lutas e de recuperarmos o controle sobre as incríveis ferramentas que a tecnologia nos oferece.

É hora de devolvermos a tecnologia a seu devido lugar.

É hora de amarmos a Deus de todo o coração.

 

Devocional – Craig Groeschel – Editora Vida

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